Portal dos Correios

Sobre o Centro

O Centro Cultural Correios Rio de Janeiro está localizado na Rua Visconde de Itaboraí, 20, no centro da cidade. Integra o Corredor Cultural, tendo como vizinhos a Casa França Brasil, ao lado, e o Centro Cultural do Banco do Brasil, defronte.

Mais sobre o centro
O imóvel foi inaugurado em 1922. As linhas arquitetônicas da fachada, em estilo eclético, caracterizam o prédio do início do século, construído para sediar uma escola do Lloyd Brasileiro. Mas isto não ocorreu e o prédio foi utilizado, por mais de 50 anos, para funcionamento de unidades administrativas e operacionais dos Correios. Na década de 80, o imóvel foi desativado para reformas, sendo reaberto em 2 de junho de 1992, parcialmente restaurado, para receber a "Exposição Ecológica 92", evento integrante do calendário da Conferência das Nações Unidas sobre Meio Ambiente - RIO 92.

A inauguração oficial do Centro Cultural Correios aconteceu em agosto do ano seguinte, com a Exposição Mundial de Filatelia - Brasiliana 93. Desde então, o Centro Cultural Correios vem marcando a presença da instituição na cidade com promoção de eventos em áreas diversas, como teatro, vídeo, música, artes plásticas, cinema e demais atividades voltadas à integração da população carioca com formas variadas de expressão artística.

Suas instalações, adequadas à realização de diversificada programação, ocupam integralmente os 3.480m2 da área do prédio. O Centro Cultural Correios Rio de Janeiro é dotado de três pavimentos interligados por um elevador, também do início do século, de onde se pode ter uma visão panorâmica de todo o ambiente interno.

No andar térreo, está localizado o Teatro com 320 m² e capacidade para 200 pessoas.

Também no térreo há uma Galeria de Arte para pequenas mostras. No segundo e terceiro pavimentos, estão localizadas dez salas de exposições, com infra-estrutura e iluminação propícia a eventos de grande porte.

Ao fundo da Galeria de Arte está localizada a Agência JK, que oferece os serviços de Correios e de conveniência, com funcionamento de terça-feira a domingo, do meio-dia às 19 horas.

O Centro Cultural Correios dispõe também de um Bistrô, que funciona durante o horário de realização dos eventos.

A Praça dos Correios - uma área aproximada de 1,3 mil m² ao ar livre, com espelho d'água e suporte de uma concha acústica, que pode receber um público numeroso para eventos a céu aberto.

O Centro Cultural Correios, em média anual, recebe um público 400 mil visitantes e promove cerca de 50 eventos, com atrações variadas de teatro, música, dança, cinema e vídeo, além das exposições de diversos tipos de arte.

Confira as plantas baixas do Centro Cultural Correios no Rio de Janeiro



Programação

EXPOSIÇÕES


Mostra Ásia


Uma experiência única em uma viagem por 15 países da Ásia no Centro Cultural Correios

 Uma fantástica experiência por 15 países da Ásia em uma única viagem!  Esta é a proposta da Mostra Ásia que, a partir do dia 09 de outubro, transformará o Centro Cultural Correios, no Centro do Rio, em um grande espaço de comunicação, compreensão e conexão de países do maior continente do mundo com a Cidade Maravilhosa.

 O evento, que seguirá até o fim do mês de novembro, apresentará ao público carioca as ricas e plurais tradições e detalhes das culturas históricas de países membros da Associação de Nações do Sudeste Asiático (ASEAN), China, Coreia do Sul, Índia, Japão e Timor-Leste, incluindo exposição de trabalhos de fotógrafos internacionais e brasileiros, palestras, workshops de línguas japonesa, coreana e chinesa, oficina de origami, caligrafia, danças, yoga, demonstração de massagem terapêutica, aulas de Muay-Thai , Judô, Aikido e Taekwondo, peça de teatro, entre outros.

 Com o crescente interesse dos brasileiros pela história, cultura e tradições de povos da Ásia, a Mostra Ásia vem para promover a aproximação e o desenvolvimento dos laços de amizade entre os povos.

 As atividades da Mostra Ásia, soba curadoria e a idealização de Marcelle Torres, são realizadas com o apoio de representações diplomáticas, associações culturais e a parceria com a Universidade Estácio de Sá. Além disso, a Mostra Ásia conta com o apoio institucional do Ministério das Relações Exteriores com sua representação no Rio de Janeiro.

 “A Mostra Ásia é um importante evento que serve como plataforma para os países asiáticos introduzirem suas culturas no Brasil. A Indonésia tem a honra de fazer parte deste evento. Também estamos firmemente convencidos de que a cultura pode ser um facilitador da diplomacia, além de promover a harmonia entre os países”, afirma Edi Yusup, embaixador da República da Indonésia no Brasil.

 “Em 2019, comemoramos 52 anos da ASEAN, um símbolo de integração, paz e cooperação na Ásia. Pela primeira vez, o Rio de Janeiro receberá um evento com a participação e o apoio de representações diplomáticas da ASEAN no Brasil. É com muita alegria que a AsiaColors irá promover a Mostra Ásia, a qual é um convite ao público carioca a conhecer mais sobre a Ásia e seus encantos”, ressalta Marcelle Torres, diretora executiva da AsiaColors.

Cronograma:

Facebook: @mostraasia.com.br

Instagram: @mostraasia

Serviço:

Exposição: “Mostra Ásia”

Abertura: 09 de outubro de 2019
Visitação: de 10 de outubro a 24 de novembro de 2019
Horário de funcionamento: de terça a domingo, das 12h às 19h.
Local: Centro Cultural Correios Rio de Janeiro
Endereço: Rua Visconde de Itaboraí, 20, Centro, Rio de Janeiro.
Tel.: 2253-1580 (recepção)

Bala Boneco


Um doce gigante nos Correios

 A Praça do Centro Cultural Correios do Rio de Janeiro abriga, a partir deste sábado, dia da Criança, um boneco gigante, cor-de-rosa, de cinco metros de altura e dois de diâmetro.

 É a instalação coletiva BALA BONECO de Cadu Lacerca, Fabiano Fernandez, Iza Valente, Liliane Braga e Roberto Romero, artistas plásticos residentes na antiga Fábrica Bhering, na região do Porto do Rio, exatamente onde esta guloseima – de sabor framboesa, que marcou gerações – foi produzida entre as décadas de 1960 e 1990. A curadoria é de Carlos Bertão.

 O boneco gigante reproduz exatamente o formato da bala, com os braços recolhidos. Sua linguagem poética e visual contemporâneo desafiam a ressuscitar ludicamente o imaginário, os sabores, as memórias, incitando o invisível!

Deleite-se docemente!

Criação de Cadu Lacerda, Fabiano Fernandes, Iza Valente, Liliane Braga e Roberto Romero;
Curadoria de Carlos Bertão.
Contato
Carlos Bertão (21) 97123-2009 - cbertao@gmail.com

Serviço:

Exposição: “Bala Boneco”
Visitação: de 12 de outubro a 24 de novembro de 2019
Horário de funcionamento: de terça a domingo, das 12h às 19h.
Local: Centro Cultural Correios Rio de Janeiro
Endereço: Rua Visconde de Itaboraí, 20, Centro, Rio de Janeiro.
Tel.: 2253-1580 (recepção)


Identidade Coletiva

A fotografia 3x4 é necessária em documentos oficiais, como a carteira de identidade. É como se esta foto representasse tudo o que cada indivíduo é, atestando, materializando, o nascimento do ser humano para a vida neste planeta.

Bere, arquiteto por formação e artista visual autodidata por inclinação, começou a pintar como que por acaso, criando, ao longo do percurso, personagens, sempre numa pose rígida, como se estivessem posando para uma fotografia 3x4. Seu trabalho reflete o comportamento do homem contemporâneo que vive em meio ao excesso de informações e novas tecnologias.

Seus personagens são como nós: eles possuem nomes e características de personalidade que são expressas através dos traços, cores e detalhes inseridos em cada obra. É como se a imagem pintada fosse a fotografia do perfil de cada personagem, criando uma ligação com o mundo de hoje, onde as pessoas se conhecem e se comunicam a maior parte do tempo através da rede e só deixam transparecer o que lhes é conveniente. Criam máscaras ilusórias de uma vida não real, onde os mundos se misturam e se auto iludem.

Suas pinturas são como filhos: eles nasceram de Bere e fazem parte da história e da passagem do artista por este mundo. Assim, depois de criados, eles são apresentados à sociedade e por ela são julgados.

É impossível ser apresentado a uma obra de Bere sem uma reação, seja qual for. E assim como nas relações pessoais, onde criamos, ou não, uma empatia com determinadas pessoas, por motivos diversos e, às vezes, inexplicáveis, o espectador sente o poder dos fortes traços e delicadeza das obras expostas, criando imediatamente uma relação entre o ser e a obra.

Desta forma, as figuras retratam uma mistura de sentimentos e máscaras usadas em nossa natureza humana. Retratam a vida e as relações pessoais. E é esta sensação de identificação de cada pessoa com uma ou mais de suas obras que se pretende mostrar nesta exposição.

Seus personagens têm nome e trazem características humanas e individuais próprias. Cada um tem sua história que se entrelaça com a dos outros, como se todos vivessem numa comunidade.

Por isso, cada tela exposta trará um pequeno texto próprio, em prosa ou poesia, que levará o espectador a perceber os laços entre os personagens, como Carlos Drummond de Andrade o fez em Quadrilha:
“João amava Teresa que amava Raimundo que amava Maria que amava Joaquim que amava Lili que não amava ninguém…”.
Bere utiliza na confecção de suas telas tinta acrílica, spray e Caneta Posca. Além das telas, serão expostas reproduções seriadas das mesmas, impressas em Fine Art a jato de tinta mineral sobre canvas Hahnemühle.

Serviço:

Exposição: “Identidade Coletiva”
Visitação: de 11 de setembro a 27 de outubro de 2019
Horário de funcionamento: de terça a domingo, das 12h às 19h.
Local: Centro Cultural Correios Rio de Janeiro
Endereço: Rua Visconde de Itaboraí, 20, Centro, Rio de Janeiro.
Tel.: 2253-1580 (recepção)

Digitais do Tempo



O tempo segue o seu curso e deixa as suas marcas, as suas digitais, testemunhas de sua passagem. No sentido de olhar estas marcas, o psiquiatra, psicanalista e fotógrafo Jeremias Ferraz fez sua primeira incursão no campo da fotografia digital, procurando registrar as passagens do tempo através de suas marcas nos objetos.

O resultado é de fotografias abstratas, nas quais o fotografo reflete a grande influência que teve das experiências japonesas de Wabi-Sabi, que procura a beleza nas coisas imperfeitas, efêmeras e incompletas. É a beleza das coisas modestas e humildes, a beleza das coisas não convencionais. No cerne do Wabi-Sabi está a importância dos caminhos transcendentes em olhar e pensar sobre as coisas e a existência.

Um dos principais objetivos da exposição, a ser realizada no período de 17 de setembro a 27 de outubro, será a de propor aos que ela visitem uma reflexão sobre o tempo e suas relações com os objetos. A proposta é que a mostra seja uma contribuição para a reflexão do tempo e suas correlações com a cultura e a arte.

Em Digitais do Tempo, Jeremias apresenta pela primeira vez cerca de 16 fotos, abstratas, de dimensões diversificadas, além de uma instalação no centro da Sala Proa.

Jeremias é sócio da Associação Brasileira de Arte Fotográfica (ABAF) Rio de Janeiro, lecionou no Curso Básico de Fotografia da ABAF, cadeira de “Composição em Fotografia” e participou em salões, tendo recebido vários prêmios na Europa, nos Estados Unidos e na América do Sul.

Ele participou em diversas exposições coletivas e em sete individuais,sendo a última intitulada “Diário Fotográfico de um Viajante Ocasional”, realizada na Galeria da FESP, Rio de Janeiro.

Serviço:

Exposição: “Digitais do Tempo”
Visitação: de 11 de setembro a 27 de outubro de 2019
Horário de funcionamento: de terça a domingo, das 12h às 19h.
Local: Centro Cultural Correios Rio de Janeiro
Endereço: Rua Visconde de Itaboraí, 20, Centro, Rio de Janeiro.
Tel.: 2253-1580 (recepção)

Os Mitos e a Memória



Raquel Saliba apresenta exposição individual, com curadoria de Marcus Lontra,
no Centro Cultural Correios

Raquel Saliba apresenta suas esculturas a partir do dia 19 de setembro, até 27 de outubro, em “OS MITOS E A MEMÓRIA”, onde ela expõe cerca de 200 peças em cerâmica e metal, de diferentes texturas, tonalidades cromáticas, formas e tamanhos, estes variando entre 5cm e 1,80m.

“Tornar- me artista foi um acaso, aconteceu. Desde criança eu tenho contato com a argila, através de uma prima, que é artista plástica. Isto certamente influenciou a minha história: cresci moldando bonequinhas de barro. Sempre fui apaixonada pela arte, mas acabei estudando psicologia. Durante a universidade, fiz um curso de desenho na escola Guignard, que acabou sendo interrompido por falta de tempo. Já em 2011, a arte entrou em minha vida de uma forma tão intensa que não consegui mais parar. De todas as matérias que já trabalhei, a argila é a minha favorita”, diz Raquel Saliba.

Com curadoria de Marcus Lontra, esta é a primeira individual da artista, que voltou para o Brasil em 2016, depois de morar na França, Austrália e Inglaterra.

“Para se abismar com as figuras heroicas de Raquel Saliba é preciso entender o mistério essencial da arte. É preciso entender a caverna, seus ritos e mitos, suas metáforas, e a ação humana que, em seu interior, transforma e transfigura o mundo. No interior de nossas cavernas o ser refaz o mundo e, graças à ação da arte, garante ordem e sentido à sua existência. Assim nasce, assim se cria, assim se afirma: arte como espaço de redenção e pesquisa, ciência e fé, construção e acúmulo de saberes, cultura e civilização que asseguram o mistério e a especificidade da espécie”, afirma Marcus Lontra.

Saiba mais sobre a artista

Nascida em Itaúna, Minas Gerais, a artista é graduada em Psicologia, mas desde 2011 tem se dedicado exclusivamente à arte.

Raquel Saliba já morou em diferentes partes do mundo, o que possibilitou que ela fizesse vários cursos e exposições como no Carrossel do Louvre (maio de 2018), por exemplo. Residindo atualmente no Rio de Janeiro, ela vem se dedicando cada vez mais às esculturas em cerâmica. Parte de sua formação artística: curso Encontros e Reflexões, com Iole de Freitas, 2019, Parque Lage, Rio de Janeiro, Brasil; exposição coletiva A Cara do Rio (Centro Cultural dos Correios), 2018; curso Conversando sobre esculturas objeto etc. e tal com Joao Goldberg, Parque Lage, Rio de Janeiro, Brasil em 2016 e 2017;  cursos de escultura e cerâmica no Morley College, Londres, Reino Unido  2014 e 2015; cursos de escultura no Heatherley School of Art, Londres, Reino Unido em 2015; workshop “O inconsciente na argila”, com  Sandy Brown, Inglaterra, junho de 2015; cursos de Cerâmica e Escultura na UAL (University Arts of London), professor Timothy Harker, Londres, Reino Unido em 2013; Centro de Artes de Fremantle, Austrália Ocidental 2003.

Informações sobre a exposição:

Bia Sampaio (BriefCom) - (21) 98181-8351 biasampaio@briefcom.com.br

Serviço:

Exposição: “Os Mitos e a Memória”

Visitação: de 20 de setembro a 27 de outubro de 2019
Horário de funcionamento: de terça a domingo, das 12h às 19h.
Local: Centro Cultural Correios Rio de Janeiro
Endereço: Rua Visconde de Itaboraí, 20, Centro, Rio de Janeiro.
Tel.: 2253-1580 (recepção)


Bruta_LaGrafia



A exposição de desenhos e pinturas Bruta_la grafia chega ao Centro Cultural Correios, no Rio de Janeiro, depois de passar por La Paz e Santa Cruz de la Sierra, na Bolívia, e Milão, na Itália. Serão apresentados cerca de 300 trabalhos, em diversos formatos e suportes, feitos nos últimos anos, inspirados pela geografia de La Paz, vista de cima, quando Claudio Gil estava no avião, voltando da sua primeira visita à cidade após participar da Bienal de Cartazes da Bolívia, em 2015.

Na abertura da exposição, Claudio Gil pintará, na frente do público, uma tela de aproximadamente 2mx3m. “É sempre uma surpresa aos olhos de quem vê e às vezes é para mim também”, diz o artista. Serão realizadas também visitas guiadas durante o período da exposição (datas a confirmar).

Claudio Gil é designer e calígrafo e, a partir de seus estudos, transforma letras e palavras em texturas, linhas, massas de luzes e sombras, que desvendam possibilidades artísticas do alfabeto ocidental. O público terá uma visão diferente da escrita latina a partir das imagens criadas pelo artista em diversas escalas e com instrumentos variados.

 “Bruta surge no meu imaginário inspirada na geografia da cidade de La Paz, na Bolívia. Do avião eu via uma paisagem natural, composta por montanhas de pedras com cores indescritíveis e uma floresta pujante. Tudo isso se fundia de uma maneira bruta (raw material) com a geometria imposta pelo homem, observadas nas rotas urbanas. O desafio era fundir letras barrocas e geométricas. E o resultado foi além da fusão entre alfabetos, ganhou uma identidade própria”, comenta Claudio Gil.

Bruta_la grafia é um recorte das exposições realizadas na Bienal da Bolívia Cartel BiCeBé 2017, na Galeria Manzana 1, em Santa Cruz de La Sierra, em 2018, e na Acqua su Marte, em Milão.

Na exposição carioca, o projeto expográfico instiga o visitante a olhar o todo a distância, tal como Claudio Gil viu do avião, e, depois, se aproximar das peças e observar as texturas e elementos de cada uma. Os suportes variam entre dois tipos de papel reciclado com sementes (cravo e margarida), papéis industriais para desenho e tecido. A maioria das peças foi pintada com tinta acrílica e pincel chato. Em algumas delas, foram utilizadas penas de metal da Dreaming Dogs Ruling Pens, produzidas em Santa Maria (RS), e nanquim. As telas em tecido foram produzidas artesanalmente em Santa Cruz de la Sierra, na Bolívia, pelos técnicos da Galería Manzana Uno, e pintadas com esmalte sintético a base de água. Os tamanhos das peças em papel variam desde uma folha A4 (21 x 29.7cm) até o formato de 70 x 100cm (papel semente). Os tecidos vão de 2m x 2,6m até 3,40m x 2,65m.

Sobre o artista

Cláudio Gil é artista, calígrafo, professor e designer. Mestre em Design pela ESDI-RJ, leciona arte, design e caligrafia. Calígrafo autodidata, iniciou suas primeiras investigações e ensaios em 2003 e, desde então, promoveu mais de 300 workshops nos últimos 15 anos, no Brasil, América Latina e Europa.

Participou de diversas mostras de design, caligrafia e artes, como as quatro edições da Mostra Internacional de Caligrafia nas cidades russas de São Petersburgo, Velik Novgorod e Moscou, onde diversas de suas obras integram o acervo do Museu Contemporâneo de Caligrafia. Entre as exposições individuais, se destacam “Kaligrápho & non Kalligrápho (Calígrafo e não calígrafo)”, CCJF (RJ), no Centro Cultural Correios (Recife), e no Centro Cultural Brasil en Bolívia, na Embaixada do Brasil em La Paz, em 2017.  Em 2014, participou do projeto de ambientação do prédio do Istituto Europeo di Design - IED, Rio de Janeiro. Participou das duas últimas edições da Bienal de Cartazes da Bolívia (2015 e 2017), em La Paz, como palestrante, professor e artista expositor.

Possui trabalhos publicados em diversos países, como os livros “1000 Artist Journal Pages”, de Dawn Sokol (EUA, 2008); “Sketchbooks - As páginas desconhecidas do processo criativo”, de Roger Basseto, Editora POP (Brasil, 2010); “Caligrafia para todos”, de Leonid Pronenko (Russia, 2011); “Revista Gráfica, Arte Internacional”, de Oswaldo Miran (Brasil, 2012); “Hand to Type”, de Jan Middendorp (Alemanha, 2012); “The Briem Report”, de Gunnlaugur SE Briem (EUA, 2013); “Typism Book One”, de Dominique Falla (Australia 2013), “Revista Tupigrafia”, de Cláudio Rocha e Tony de Marco (Brasil, 2008 e 2010).

“Acredito que uma base sólida, histórica, teórica e prática me permitem explorar e extrapolar os limites daquilo que pratico para manter a técnica da caligrafia viva. Em cada desenho eu consigo observar sempre uma nova vertente, algo sempre com um frescor que acredito ter se tornado uma marca no meu trabalho. Ele é a partir dos traços da caligrafia, mas consegue ir além deles.”, comenta Gil.

Serviço:

 Exposição: “Bruta_LaGrafia
Visitação: de 12 de setembro a 27 de outubro de 2019
Horário de funcionamento: de terça a domingo, das 12h às 19h.
Local: Centro Cultural Correios Rio de Janeiro
Endereço: Rua Visconde de Itaboraí, 20, Centro, Rio de Janeiro.
Tel.: 2253-1580 (recepção)


Vamos Cirandar


Em meio às comemorações dos seus 90 anos a artista plástica Glória Barbosa propõe levar ao público do Centro Cultural Correios no Rio de Janeiro, de 25 de setembro a 3 de novembro de 2019, uma exposição de quadros e painéis sobre as “cirandas de roda e brincadeiras infantis”, através de linguagem poética naïf.  Foram selecionadas cantigas e brincadeiras que fazem parte da tradição cultural brasileira. As obras relacionadas às cirandas de roda ilustram o conteúdo de cada canção, com trechos que poderão ser relembrados, com saudade, transportando-nos para lugares esquecidos de nossa memória. Além das telas, o espaço contará com uma ambientação que nos remeterá à infância e seus momentos de brincadeira e alegria, através de imagens criativas, lúdicas, coloridas e vibrantes. As obras de Glória em exposição trarão imagens que remontam à infância da artista, revisitadas por todos nós na nossa própria infância, unindo gerações e tecendo nosso folclore.

Na abertura haverá uma apresentação de música ao vivo de cirandas interpretadas por Andreia Tamanini e Sandra Grego.

A curadoria é fruto da parceria entre Bette Mattos (mediação cultural e de mercado) e Cláudia Barbosa (Atelier Casa4 de Arte e Filosofia).

Contato: Bette Mattos 99977 6900 bettecmattos@gmail.com

Serviço:

Exposição: “Vamos Cirandar !!! com Glória Barbosa”
Visitação: de 25 de setembro a 03 de novembro de 2019
Horário de funcionamento: de terça a domingo, das 12h às 19h.
Local: Centro Cultural Correios Rio de Janeiro
Endereço: Rua Visconde de Itaboraí, 20, Centro, Rio de Janeiro.
Tel.: 2253-1580 (recepção)

Alfaiate de Asas



Alfaiate de Asas, de Claudio Partes, é uma exposição que convida à  reflexão sobre o condicionamentos e a liberdade. A individual, inédita reune o universo dos “seres alfaiates” - que perpassa pelo nascimento, vida e morte - com curadoria de Marcelo Lago, apresenta obras diversas, entre assemblage, impressões e gravuras.

Usando a experiência interior para mostrar caminhos novos, com um discurso crítico/poético sem preconceitos técnicos e fazendo uma conexão sincera com o inconsciente, Claudio Partes nos leva a pensar em possibilidades utópicas de, talvez, uma união eficaz entre as ciências e as artes. De um lado, os objetos cotidiano que nos conectam com o mundo e a realidade - o usado e por vezes abandonados a mercê do tempo - do outro  asas que nos conduz para uma dimensão de realismo fantástico onde moram os, sonhos, a magia que em muitos momentos nos ajudam seguir em frente e romper limites.

A exposição permite que o visitante reelabore e reflita, a partir dos “objetos-seres”  o próprio condicionamento do “ser-humano-objeto”: uma metáfora visual que busca provocar, resgatar o lado criativo, sensível e livre. Também se torna um convite a alçar novos voos a partir daquilo que nos afeta e nos toca verdadeiramente.

O projeto, com classificação livre, apresenta mediação com enfoques diferentes a partir do público, buscando contemplar adultos, crianças e portadores de deficiências, contando com a presença de profissional de libras.

O pensamento criativo trabalha a partir daquilo que se conserva do passado, nos fatos e nas ideias, apesar de vivermos um momento histórico em que tanto os ideais revolucionários quanto a própria ideia de esperança estão em baixa. Quando a tecnologia, a biotecnologia e a informática pretendem dar respostas a tudo, percebe-se nas poéticas contemporâneas pensamentos mais eficazes de descrever os anseios do “ser-humano”. Usando a experiência interior para mostrar caminhos novos, como devem ser as vanguardas, um discurso crítico/poético sem preconceitos técnicos e fazendo uma conexão sincera com o inconsciente, nos leva a pensar em possibilidades utópicas de, talvez, uma união eficaz entre as ciências e as artes, não como ideologia ou crença mas como uma abordagem filosófica possível, onde a criatividade, o pensamento crítico e a poesia possam definir o humano.

Quando Claudio Partes nos apresenta paralelepípedos e chaves com “asas” que lembram insetos, nos faz pensar nesses limites, entre o “organicamente” sugerido e o “cientificamente” organizado. Utiliza um procedimento já conhecido das artes plásticas que vemos nas colagens de Picasso e Braque, onde elementos do real ingressam sem artifícios no mundo artístico, e os ready-mades de Duchamp, que possibilitam que qualquer objeto comum, após ser apropriado por um artista, seja postulado como obra de arte. Partes não só se apropria de objetos, mas os ressignifica, agregando novos valores estéticos e poéticos, nos levando a um universo de leveza e fantasia. Ele nos fala do ciclo da vida, cria todo um “ecossistema” fantástico, onde objetos simples adquirem vida e história.

Serviço:

Exposição: “Alfaiate de Asas
Visitação: de 25 de setembro a 03 de novembro de 2019
Horário de funcionamento: de terça a domingo, das 12h às 19h.
Local: Centro Cultural Correios Rio de Janeiro
Endereço: Rua Visconde de Itaboraí, 20, Centro, Rio de Janeiro.
Tel.: 2253-1580 (recepção)

Consciência



Exposição da ONU no Rio de Janeiro traz reflexão sobre Objetivos de Desenvolvimento Sustentável

O Centro de Informação das Nações Unidas para o Brasil (UNIC Rio) e o Centro Cultural Correios inauguram nesta quarta-feira (25/9) a exposição Consciência, que traz ao Rio de Janeiro ilustrações do artista peruano Ivan Ciro Palomino. Os 21 trabalhos refletem as consequências econômicas, sociais e ambientais resultantes da ação do homem sobre o planeta e dialogam com os Objetivos de Desenvolvimento Sustentável (ODS), adotados pela Assembleia Geral da ONU há exatamente quatro anos (25 de setembro de 2015).

Realizada pela primeira vez na capital carioca, a mostra tem como objetivo provocar reflexão e conscientização sobre os desafios atualmente enfrentados pela sociedade. Em seus trabalhos, Ciro explora temas como mudanças climáticas, liberdade de expressão, educação, igualdade, dentre outros.

A obra do artista está alinhada aos 17 Objetivos de Desenvolvimento Sustentável, metas globais que fazem parte da Agenda 2030, plano de ação adotado por todos os líderes de governos e Estados integrantes da ONU - incluindo o Brasil - para agir contra a pobreza, proteger o planeta e garantir que todas as pessoas tenham paz e prosperidade.

Consciência é a quarta exposição individual de Ciro e a terceira fora do Peru. Em 2018, Ciro realizou uma exposição na sede das Nações Unidas em Nova Iorque, onde recebeu diversas premiações. “A arte permite construir caminhos de reflexão através da superação de fronteiras geográficas e culturais, utilizando o poder das mensagens visuais para conscientizar a sociedade”, afirma o designer gráfico.

Para o curador da mostra, Carlos Bertão, as ilustrações mostram, de forma provocativa, os grandes desafios globais. “O objetivo da exposição Consciência é instigar cada pessoa a pensar nesses desafios e como cada um deve agir para se tornar um agente de mudança, para que possamos voltar a ter a esperança de um mundo melhor”, afirma. A mostra tem patrocínio do Instituto Claro e apoio do Consulado do Peru.

O Artista - Ivan Ciro Palomino nasceu em Lima, Peru, onde é editor-chefe de infografia no Grupo Epensa. Em 2016, venceu o concurso "Um Pôster Pela Paz", organizado pela ONU, com a obra "Girando pela Paz", que integra a mostra Consciência. Ele também foi premiado nas categorias gênero e mudanças climáticas do concurso "17 Objetivos Para Transformar Nosso Mundo", organizado pela UNESCO.

Em 2018, realizou sua primeira exposição individual fora do Peru, na sede das Nações Unidas em Nova Iorque. Apresentou 16 ilustrações com o tema "AWARENESS / CONSCIÊNCIA", refletindo sobre as consequências da guerra. Em 2019, realizou sua segunda exposição individual fora do Peru, em São Paulo, que teve como foco questões de imigração, guerra e mudança climática. Nos últimos anos, Ciro  expôs coletivamente em Estados Unidos, Suíça, Áustria, Espanha, Argentina, Romênia, entre outros.

UNIC Rio – O Centro de Informação das Nações Unidas para o Brasil (UNIC Rio) integra o Secretariado da ONU e tem por missão informar a população brasileira sobre os grandes temas da ONU e divulgar as ações da Organização no país. O UNIC Rio trabalha em conjunto com variados setores da sociedade para divulgação e ensino dos temas das Nações Unidas.

Sobre os ODS - Os Objetivos de Desenvolvimento Sustentável (ODS) formam a principal parte da Agenda 2030, plano de ação adotado por todos os líderes de governos e Estados integrantes da ONU para agir contra a pobreza, proteger o planeta e garantir que todas as pessoas tenham paz e prosperidade. Esses 17 objetivos são integrados e indivisíveis, e equilibram as três dimensões do desenvolvimento sustentável: a econômica, a social e a ambiental, formando um marco de resultado com metas que o mundo se comprometeu em atingir até 2030.

Serviço:

Exposição: “Consciência”
Visitação: de 25 de setembro a 03 de novembro de 2019
Horário de funcionamento: de terça a domingo, das 12h às 19h.
Local: Centro Cultural Correios Rio de Janeiro
Endereço: Rua Visconde de Itaboraí, 20, Centro, Rio de Janeiro.
Tel.: 2253-1580 (recepção)





 
Centro Cultural Rio de Janeiro


Visitação:
Centro Cultural Correios
Rua Visconde de Itaboraí, 20 - Centro
Corredor Cultural
20010-976 - Rio de Janeiro - RJ
Telefone: 0XX 21 2253-1580
Fax: 0XX 21 2253-1545
E-mail:

Funcionamento:
O Centro Cultural Correios recebe visitantes de terça-feira a domingo, das 12 às 19h
Entrada franca.