Portal dos Correios

Sobre o Centro

O Centro Cultural Correios Rio de Janeiro está localizado na Rua Visconde de Itaboraí, 20, no centro da cidade. Integra o Corredor Cultural, tendo como vizinhos a Casa França Brasil, ao lado, e o Centro Cultural do Banco do Brasil, defronte.

Mais sobre o centro
O imóvel foi inaugurado em 1922. As linhas arquitetônicas da fachada, em estilo eclético, caracterizam o prédio do início do século, construído para sediar uma escola do Lloyd Brasileiro. Mas isto não ocorreu e o prédio foi utilizado, por mais de 50 anos, para funcionamento de unidades administrativas e operacionais dos Correios. Na década de 80, o imóvel foi desativado para reformas, sendo reaberto em 2 de junho de 1992, parcialmente restaurado, para receber a "Exposição Ecológica 92", evento integrante do calendário da Conferência das Nações Unidas sobre Meio Ambiente - RIO 92.

A inauguração oficial do Centro Cultural Correios aconteceu em agosto do ano seguinte, com a Exposição Mundial de Filatelia - Brasiliana 93. Desde então, o Centro Cultural Correios vem marcando a presença da instituição na cidade com promoção de eventos em áreas diversas, como teatro, vídeo, música, artes plásticas, cinema e demais atividades voltadas à integração da população carioca com formas variadas de expressão artística.

Suas instalações, adequadas à realização de diversificada programação, ocupam integralmente os 3.480m2 da área do prédio. O Centro Cultural Correios Rio de Janeiro é dotado de três pavimentos interligados por um elevador, também do início do século, de onde se pode ter uma visão panorâmica de todo o ambiente interno.

No andar térreo, está localizado o Teatro com 320 m² e capacidade para 200 pessoas.

Também no térreo há uma Galeria de Arte para pequenas mostras. No segundo e terceiro pavimentos, estão localizadas dez salas de exposições, com infra-estrutura e iluminação propícia a eventos de grande porte.

Ao fundo da Galeria de Arte está localizada a Agência JK, que oferece os serviços de Correios e de conveniência, com funcionamento de terça-feira a domingo, do meio-dia às 19 horas.

O Centro Cultural Correios dispõe também de um Bistrô, que funciona durante o horário de realização dos eventos.

A Praça dos Correios - uma área aproximada de 1,3 mil m² ao ar livre, com espelho d'água e suporte de uma concha acústica, que pode receber um público numeroso para eventos a céu aberto.

O Centro Cultural Correios, em média anual, recebe um público 400 mil visitantes e promove cerca de 50 eventos, com atrações variadas de teatro, música, dança, cinema e vídeo, além das exposições de diversos tipos de arte.

Confira as plantas baixas do Centro Cultural Correios no Rio de Janeiro



Programação

EXPOSIÇÕES


Território de Pesca e Poesia



O fotógrafo Luiz Bhering apresenta seu mais novo projeto “Território de Pesca e Poesia” no Centro Cultural dos Correios – RJ, uma exposição realizada pelo Museu de Arqueologia de Itaipu, com curadoria de Mirela Araujo, museóloga do MAI e apoio Artepadilla. O artista, formado em Fotografia na City Polytechinc School of Arts and Designer de Londres e premiado na categoria Profissional do concurso Um Dia Em La Vida de Madri, agora expõe sua mais nova série de obras. Composta por 26 fotos impressas em fine art, a exposição retrata a vida da Colônia de Pescadores Z7, localizada na praia de Itaipu em Niterói e a atividade pesqueira no litoral fluminense.

 Através das redes, das pegadas na areia, dos cascos das canoas, dos barcos e das expressões no olhar de cada pescador, Luiz Bhering revela a força arrebatadora desta paisagem perdida no tempo e espaço da metrópole carioca. Se vive da pesca, mas não estamos mais falando dos caiçaras do início. São homens contemporâneos, com celulares e filhos na faculdade, que dependem, ainda, da pesca artesanal para sobreviver.

 Assim, a exposição tem como objetivo representar todo este território de pesca com a poesia de Luiz Bhering.

 Acompanhe as atividades do autor – face: luiz bhering, @luizbhering e luizbheringfoto.com

Serviço:
Exposição: “Território de Pesca e Poesia”

Abertura: 13 de novembro de 2019
Visitação: de 14 de novembro de 2019 a 19 de janeiro de 2020
Horário de funcionamento: de terça a domingo, das 12h às 19h.
Local: Centro Cultural Correios Rio de Janeiro
Endereço: Rua Visconde de Itaboraí, 20, Centro, Rio de Janeiro.
Tel.: 2253-1580 (recepção)

Para Quem Se Abrem As Portas




Para quem se abrem as portas...” Poderia ser uma frase comum... Com um ponto de interrogação no final viraria uma indagação a ser decifrada... Mas trata-se do título da exposição que será aberta, no dia 6 de novembro de 2019, às 19h, no Centro Cultural Correios, no Rio de Janeiro. Curadoria de Marilou Winograd e texto de apresentação de Alexandre Sá.

7 artistas visuais - John Nicholson, Marco Cavalcanti, Marilou Winograd, Mário Camargo, Mark Engel, Pedro Paulo Domingues e Petrillo.

Na exposição, cerca de 40 obras – entre pinturas, aquarelas, fotografias, instalações e performances – demonstram as particularidades de cada autor, cada qual com sua linguagem. O público vai poder fazer um passeio pelas trajetórias visuais de cada artista e descobrir a relação que os trabalhos têm com a filosofia de Gaston Bachelard no livro ‘A Poética do Espaço’.

As obras ocuparão os salões laterais e a sala redonda do 3º piso.

Cada artista elegeu uma obra icônica na história da arte como referência aos seus trabalhos com a intenção de fazer uma cartografia do contemporâneo na exposição “Para quem se abrem as portas...”.

E fica uma pergunta: aquele que abre uma porta é o mesmo que a fecha?

Nas delicadas e sensuais aquarelas em papel Fabriano e telas de John Nicholson, a figura da mulher está presente em sua intimidade, na casa. Mulher delicada, em repouso ou em afazeres, sempre com sua bela e densa cabeleira em movimento, banhada por uma luz quente e intensa.

Nas obras de Pierre Bonnard (1867/1947) as portas nos quadros se abrem para o jardim, para a intimidade do casal e quase exclusivamente para a intimidade da esposa sozinha.  Embora os desenhos de Nicholson sejam muito diferentes das cenas de Bonnard, boa parte do espírito das obras dele está presente.

 

Marco Cavalcanti tem sua trajetória pautada pela formação da imagem em matéria, calcada pela pesquisa em acidentes estéticos. De sua pesquisa em pintura, apareceram os recursos que permitem criar processos criativos, que possam anular a atuação do superego no resultado final. O trabalho apresentado é uma intensa e dramática colagem de algumas dezenas de camadas transparentes obtidas pela fotografia. Do contato com o inconsciente surge o prazer e a felicidade momentânea. Prolongar essa sensação é algo inerente à postura estética do artista.

Sua obra teve como referência Arthur Clark, com o conto ‘A sentinela’, que deu origem ao filme ‘2001 - A Odisséia no Espaço de Stanley Kubrick’. 

 Marilou Winograd: “O enigma do interior e do exterior sempre me fascina, as portas fechadas me provocam, as entreabertas me intimidam, as abertas me libertam. O que está além da porta? Marilou apresenta a série ‘Mise en Abîme - InteriorExterior’, que, através de fotos/colagens impressas em  grandes sedas ou enclausuradas em pequenas caixas de espelhos, abordam limites, reconstruções, fronteiras e utopias, em um universo de portas  conceituas em movimento constante mas que em  contraponto com  a sua artista referência Francesca Woodman (1958/1981) nunca permanecerão fechadas. Francesca W. - artista jovem que se suicidou aos 22 anos e deixou uma obra imagética dramática e contundente.

A porta que Mário Camargo aborda em seus trabalhos é a entreaberta, que só permite o voyeurismo, a hesitação e à espreita. São os Muxarabis ou Jalousies, portas árabes. Neste caso específico, para quem se abrem as portas? Elas se abrem para o mundo dos Homens propriamente dito ou para o mundo da Solidão, o mundo das Mulheres.

Mário, nesta exposição, pauta seus trabalhos no artista Frank Stella. Na sua trajetória, ele demonstra que não existem portas que não possam ser abertas. Todas se abrem com vigor artístico. o que serve de referência para o caminho na arte de Mário

As pinturas digitais de Mark Engel têm como base imagens e fotografias pré-existentes. Manipulando esses artefatos culturais, ele desenvolve uma pesquisa do abstrato dentro do concreto, criando abstrações com novos significados metafóricos que refletem questões sociais, políticas e econômicas. Nesses trabalhos, Mark fez uma pesquisa e releitura contemporânea das thangkas Tibetanas, pinturas em tecido, geralmente representando uma divindade, cena ou mandala budista iconografia furiosa nas tradições mahayana e tântricas do budismo. Mark faz uma conexão desses trabalhos com a Porta do Inferno de Auguste Rodin não só através dos símbolos da morte e inferno, mas também dos conceitos inerentes de julgamento final e justiça universal.

Para Pedro Paulo Domingues, a porta que se abre, ou melhor, se entreabre é uma mental, que liga um trabalho específico ‘La Voie Humide’ de (Tunga 2014) à grande instalação apresentada na mostra ‘O Fator Psíquico no Mecanismo da Ereção’ (2008).   Eles, de certa forma, conversam entre si apesar da diferença cronológica e da pequena fresta por onde um trabalho vislumbra o outro.  Pedro Paulo ocupará a sala redonda do 3º andar

Em relação a Petrillo, as mazelas, as incongruências e a instauração do caos foi o que o motivou a realizar o link com a obra do artista francês Auguste Rodin - intitulada a Porta do Inferno. Estabeleceu um diálogo com a tragédia da Barragem de Fundão em Brumadinho/MG. Após refletir para elaboração da instalação que irá compor a mostra, criou a tensão entre o que restou das histórias e o que seria possível reconstruir – a esperança e o recomeço. A partir dessa materialidade do espaço ou até mesmo do próprio recomeço, o refazer de histórias e de páginas que foram apagadas do diário sucumbido pela lama, portais de narrativas que se foram, elaborou – a partir deste material poético – uma instalação com mil desenhos de topografias. Eles têm a intenção de redesenhar o locus geográfico interno de cada indivíduo.

Mais sobre os artistas:

John Nicholson - nasceu nos EUA no ano de 1951. Reside no Rio de Janeiro desde o ano de 1977.Durante os anos 1980-1984, 1992-1994, e 2002-2004 foi professor na EAV Parque Lage, Rio de Janeiro. Nos anos 1981 até o presente, fez 38 exposições individuais no Brasil, Suíça, Alemanha, França e Mônaco. Participou de inúmeras Coletivas no Brasil, na Suíça e em Paris, e das Feiras de Arte de Genebra, Dresden, Mônaco, Zurich, Shanghai e Beijing.

Marco Cavalcanti - pintor, fotógrafo experimental e designer gráfico. Sua trajetória tem se pautado pela formação da imagem em matéria, calcada pela pesquisa em acidentes estéticos. Busca suas possibilidades estéticas no contato intencional com o inconsciente. Ao se deparar com a presença dele acontece a ordem do caos. Este fenômeno que pouco se conhece é fundamental na obra do artista, que sabe lidar com ele através de processos seletivos posteriores. Prolongar essa sensação é algo inerente a postura estética do artista.

Marilou Winograd – Cairo – Egito. Chegou ao Rio de Janeiro em 1960. Formação em Artes no Centro de Arte Contemporânea, IBA, Instituto de Belas Artes e EAV, Escola de Artes Visuais do Parque Lage no Rio de Janeiro. Participa de exposições individuais, coletivas, congressos, seminários no Brasil e no exterior - 1971/2019.

É uma das curadoras do projeto Zona Oculta – entre o público e o privado, com 350 artistas mulheres - 2004/14, do projeto Acesso Arte Contemporânea com 179 artistas visuais - 2011/19. Publicou o livro ‘O silêncio do branco’, em 2004, relato visual da sua viagem a Antártica num contraponto com a sua obra. Participou de exposições no Brasil, França, Itália, Alemanha e Argentina.

Mário Camargo – artista brasileiro do Rio de Janeiro. Participou das seguintes exposições: Espaço Cultural dos Correios; Galeria de Arte IBEU ;  FCC Memorial de Curitiba; Galeria Candido Portinari em Roma; Aeroporto Jonh Kennedy, New York; XI Florence Biennale of the International Contemporany Art ; Ver[a]cidade - Centro Cultural Caixa Econômica , Rio de Janeiro; Museu Nacional de Bellas Artes Santiago do Chile.

Recebeu os seguintes prêmios de viagem:  Concurso Latino Americano de Pintura – no Chile, New York - Estados Unidos, patrocínio da Varig e Paris - Intercâmbio Cultural França / Brasil, Patrocínio Rotary Club Internacional.

Mark Engel – É um artista brasileiro-americano.  Nascido no Rio de Janeiro, mora e trabalha em Nova York.  Ele recebeu seu BFA da Parsons School of Design.  O trabalho de Mark foi apresentado em exposições coletivas e individuais desde 1993 em locais como MAR (Museu de Arte do Rio, Rio de Janeiro, Brasil), Arte em Geral (Nova York, NY), Centro Cultural Candido Mendes (Rio de Janeiro)  , Brasil), Universidade do Norte do Texas (Denton, TX), e Austin Museum of Art (Austin, TX) entre outros.  Mark faz um extenso trabalho criativo e pioneiro com pinturas digitais a partir de 1995. Sua obra apresenta questões de abstração versus representação, práticas de arte contemporânea, história da arte, questões sociais / políticas e humor.  Seu trabalho está incluído em coleções privadas e institucionais no Brasil, na Europa e nos Estados Unidos.

Pedro Paulo Domingues - Nasceu no Rio de Janeiro, formou-se em Arquitetura e frequentou a Oficina de Escultura do Ingá sob a orientação de Haroldo Barroso. Recebeu os seguintes prêmios: Prêmio ICATU – residência na Cité des Arts – Paris - 1998, Prix UNESCO pour la Promotion des Arts – Paris - 1993, melhor exposição do ano realizada na Galeria do IBEU “Tempo” – 1992, 28º premiação do Instituto de Arquitetos do Brasil – melhor projeto de residência unifamiliar – 1992, Menção pela escultura ‘Objeto Escroto’ no Salão Carioca de humor – 1989. Realizou exposições individuais na Galeria Coleção de Arte, Espaço Cultural Sergio Porto, Galeria Durex, Centro Cultural São Paulo, Galeria IBEU, Paço Imperial e Projeto Macunaíma, entre outros. Participou de exposições individuais e coletivas na França, Finlândia, Alemanha e Áustria.

Petrillo – Realizou diversas individuais, entre as quais: Centro Cultural da UFMG – Belo Horizonte - MG (2002), Fundação Cultural de Blumenau-SC (2003), Museu Nacional de Belas Artes – Rio de Janeiro –RJ (2003), Centro Cultural Bernardo Mascarenhas – Juiz de Fora – MG (2004), Museu Chácara D. Catarina – Cataguases – MG (2004), LANDSCAPES - Galeria Almacén – Rio de Janeiro – RJ (2004), Centro Cultural Candido Mendes – Rio de Janeiro – RJ (2005), Museu de Arte Moderna de Resende – RJ (2005), Fundação Don André Arcoverde- Valença –RJ Homenageado (2006), Centro Cultural da Justiça Federal – Rio de Janeiro –RJ (2007), Consórcio de Arte Buenos Aires - Argentina (2008), Centro Cultural Candido Mendes - Rio de Janeiro - RJ (2014) e GEOMETRIA DO LUGAR – Galeria Almacén – Rio de Janeiro - RJ (2016). Participa também de diversas coletivas.

E fica uma pergunta para todos pensarem a respeito: aquele que abre uma porta é o mesmo que a fecha?

Serviço:
Exposição: “Para Quem Se Abrem As Portas”

Abertura: 06 de novembro de 2019
Visitação: de 07 de novembro de 2019 a 05 de janeiro de 2020
Horário de funcionamento: de terça a domingo, das 12h às 19h.
Local: Centro Cultural Correios Rio de Janeiro
Endereço: Rua Visconde de Itaboraí, 20, Centro, Rio de Janeiro.
Tel.: 2253-1580 (recepção)

Mameluco


O início do pensamento filosófico que influenciava a parte portuguesa da América, foi oriundo da Reforma de Marquês de Pombal a partir da ação política da Corte que se transferiu para o Rio de Janeiro.
O Brasil nasceu com ideias portuguesas calcadas na unidade indissolúvel da extensão continental. Ao mesmo tempo, solidificou-se uma unidade da língua, bem como a miscigenação racial e amalgamaram-se diversos povos e credos. É a terra do homem cordial, conforme Cassiano Ricardo.
Assim, a nossa cultura, sustentada pela força do pensamento brasileiro, vai erigindo uma sociedade livre, de múltiplas e ricas manifestações culturais e da plena convivência.
O objetivo desta exposição Mameluco é a tentativa de demonstrar que a sensibilidade artística é uma forma de conhecer a realidade nacional e traduzir simbolicamente o pensar brasileiro.
Somados ao objetivo da mostra serão realizados palestras e debates com o artista.
O objetivo desta exposição é mostrar a casa, o território, o pensar e o ser brasileiro expresso no contexto da arte.
Para substanciar o conteúdo deste projeto, será utilizada a união das artes plásticas, objetos, fotografias, artes cênicas, vídeo.

Serviço:
Exposição: “Mameluco”

Abertura: 06 de novembro de 2019
Visitação: de 07 de novembro de 2019 a 05 de janeiro de 2020
Horário de funcionamento: de terça a domingo, das 12h às 19h.
Local: Centro Cultural Correios Rio de Janeiro
Endereço: Rua Visconde de Itaboraí, 20, Centro, Rio de Janeiro.
Tel.: 2253-1580 (recepção)


Consciência


Exposição da ONU no Rio de Janeiro traz reflexão sobre Objetivos de Desenvolvimento Sustentável


O Centro de Informação das Nações Unidas para o Brasil (UNIC Rio) e o Centro Cultural Correios inauguram nesta quarta-feira (25/9) a exposição Consciência, que traz ao Rio de Janeiro ilustrações do artista peruano Ivan Ciro Palomino. Os 21 trabalhos refletem as consequências econômicas, sociais e ambientais resultantes da ação do homem sobre o planeta e dialogam com os Objetivos de Desenvolvimento Sustentável (ODS), adotados pela Assembleia Geral da ONU há exatamente quatro anos (25 de setembro de 2015).

Realizada pela primeira vez na capital carioca, a mostra tem como objetivo provocar reflexão e conscientização sobre os desafios atualmente enfrentados pela sociedade. Em seus trabalhos, Ciro explora temas como mudanças climáticas, liberdade de expressão, educação, igualdade, dentre outros.

A obra do artista está alinhada aos 17 Objetivos de Desenvolvimento Sustentável, metas globais que fazem parte da Agenda 2030, plano de ação adotado por todos os líderes de governos e Estados integrantes da ONU - incluindo o Brasil - para agir contra a pobreza, proteger o planeta e garantir que todas as pessoas tenham paz e prosperidade.

Consciência é a quarta exposição individual de Ciro e a terceira fora do Peru. Em 2018, Ciro realizou uma exposição na sede das Nações Unidas em Nova Iorque, onde recebeu diversas premiações. “A arte permite construir caminhos de reflexão através da superação de fronteiras geográficas e culturais, utilizando o poder das mensagens visuais para conscientizar a sociedade”, afirma o designer gráfico.

Para o curador da mostra, Carlos Bertão, as ilustrações mostram, de forma provocativa, os grandes desafios globais. “O objetivo da exposição Consciência é instigar cada pessoa a pensar nesses desafios e como cada um deve agir para se tornar um agente de mudança, para que possamos voltar a ter a esperança de um mundo melhor”, afirma. A mostra tem patrocínio do Instituto Claro e apoio do Consulado do Peru.

O Artista - Ivan Ciro Palomino nasceu em Lima, Peru, onde é editor-chefe de infografia no Grupo E pensa. Em 2016, venceu o concurso "Um Pôster Pela Paz", organizado pela ONU, com a obra "Girando pela Paz", que integra a mostra Consciência. Ele também foi premiado nas categorias gênero e mudanças climáticas do concurso "17 Objetivos Para Transformar Nosso Mundo", organizado pela UNESCO.

Em 2018, realizou sua primeira exposição individual fora do Peru, na sede das Nações Unidas em Nova Iorque. Apresentou 16 ilustrações com o tema "AWARENESS / CONSCIÊNCIA", refletindo sobre as consequências da guerra. Em 2019, realizou sua segunda exposição individual fora do Peru, em São Paulo, que teve como foco questões de imigração, guerra e mudança climática. Nos últimos anos, Ciro expôs coletivamente em Estados Unidos, Suíça, Áustria, Espanha, Argentina, Romênia, entre outros.

UNIC Rio – O Centro de Informação das Nações Unidas para o Brasil (UNIC Rio) integra o Secretariado da ONU e tem por missão informar a população brasileira sobre os grandes temas da ONU e divulgar as ações da Organização no país. O UNIC Rio trabalha em conjunto com variados setores da sociedade para divulgação e ensino dos temas das Nações Unidas.

 Sobre os ODS - Os Objetivos de Desenvolvimento Sustentável (ODS) formam a principal parte da Agenda 2030, plano de ação adotado por todos os líderes de governos e Estados integrantes da ONU para agir contra a pobreza, proteger o planeta e garantir que todas as pessoas tenham paz e prosperidade. Esses 17 objetivos são integrados e indivisíveis, e equilibram as três dimensões do desenvolvimento sustentável: a econômica, a social e a ambiental, formando um marco de resultado com metas que o mundo se comprometeu em atingir até 2030.

 Serviço:

Exposição: “Consciência”
Visitação: até 19 de janeiro de 2020
Horário de funcionamento: de terça a domingo, das 12h às 19h.
Local: Centro Cultural Correios Rio de Janeiro
Endereço: Rua Visconde de Itaboraí, 20, Centro, Rio de Janeiro.
Tel.: 2253-1580 (recepção)




Mostra Ásia


Uma experiência única em uma viagem por 15 países da Ásia no Centro Cultural Correios

 Uma fantástica experiência por 15 países da Ásia em uma única viagem!  Esta é a proposta da Mostra Ásia que, a partir do dia 09 de outubro, transformará o Centro Cultural Correios, no Centro do Rio, em um grande espaço de comunicação, compreensão e conexão de países do maior continente do mundo com a Cidade Maravilhosa.

 O evento, que seguirá até o fim do mês de novembro, apresentará ao público carioca as ricas e plurais tradições e detalhes das culturas históricas de países membros da Associação de Nações do Sudeste Asiático (ASEAN), China, Coreia do Sul, Índia, Japão e Timor-Leste, incluindo exposição de trabalhos de fotógrafos internacionais e brasileiros, palestras, workshops de línguas japonesa, coreana e chinesa, oficina de origami, caligrafia, danças, yoga, demonstração de massagem terapêutica, aulas de Muay-Thai , Judô, Aikido e Taekwondo, peça de teatro, entre outros.

 Com o crescente interesse dos brasileiros pela história, cultura e tradições de povos da Ásia, a Mostra Ásia vem para promover a aproximação e o desenvolvimento dos laços de amizade entre os povos.

 As atividades da Mostra Ásia, soba curadoria e a idealização de Marcelle Torres, são realizadas com o apoio de representações diplomáticas, associações culturais e a parceria com a Universidade Estácio de Sá. Além disso, a Mostra Ásia conta com o apoio institucional do Ministério das Relações Exteriores com sua representação no Rio de Janeiro.

 “A Mostra Ásia é um importante evento que serve como plataforma para os países asiáticos introduzirem suas culturas no Brasil. A Indonésia tem a honra de fazer parte deste evento. Também estamos firmemente convencidos de que a cultura pode ser um facilitador da diplomacia, além de promover a harmonia entre os países”, afirma Edi Yusup, embaixador da República da Indonésia no Brasil.

 “Em 2019, comemoramos 52 anos da ASEAN, um símbolo de integração, paz e cooperação na Ásia. Pela primeira vez, o Rio de Janeiro receberá um evento com a participação e o apoio de representações diplomáticas da ASEAN no Brasil. É com muita alegria que a AsiaColors irá promover a Mostra Ásia, a qual é um convite ao público carioca a conhecer mais sobre a Ásia e seus encantos”, ressalta Marcelle Torres, diretora executiva da AsiaColors.

Cronograma:

Facebook: @mostraasia.com.br

Instagram: @mostraasia

Serviço:

Exposição: “Mostra Ásia”

Abertura: 09 de outubro de 2019
Visitação: de 10 de outubro a 24 de novembro de 2019
Horário de funcionamento: de terça a domingo, das 12h às 19h.
Local: Centro Cultural Correios Rio de Janeiro
Endereço: Rua Visconde de Itaboraí, 20, Centro, Rio de Janeiro.
Tel.: 2253-1580 (recepção)

Bala Boneco


Um doce gigante nos Correios

 A Praça do Centro Cultural Correios do Rio de Janeiro abriga, a partir deste sábado, dia da Criança, um boneco gigante, cor-de-rosa, de cinco metros de altura e dois de diâmetro.

 É a instalação coletiva BALA BONECO de Cadu Lacerca, Fabiano Fernandez, Iza Valente, Liliane Braga e Roberto Romero, artistas plásticos residentes na antiga Fábrica Bhering, na região do Porto do Rio, exatamente onde esta guloseima – de sabor framboesa, que marcou gerações – foi produzida entre as décadas de 1960 e 1990. A curadoria é de Carlos Bertão.

 O boneco gigante reproduz exatamente o formato da bala, com os braços recolhidos. Sua linguagem poética e visual contemporâneo desafiam a ressuscitar ludicamente o imaginário, os sabores, as memórias, incitando o invisível!

Deleite-se docemente!

Criação de Cadu Lacerda, Fabiano Fernandes, Iza Valente, Liliane Braga e Roberto Romero;
Curadoria de Carlos Bertão.
Contato
Carlos Bertão (21) 97123-2009 - cbertao@gmail.com

Serviço:

Exposição: “Bala Boneco”
Visitação: de 12 de outubro a 24 de novembro de 2019
Horário de funcionamento: de terça a domingo, das 12h às 19h.
Local: Centro Cultural Correios Rio de Janeiro
Endereço: Rua Visconde de Itaboraí, 20, Centro, Rio de Janeiro.
Tel.: 2253-1580 (recepção)

 
Centro Cultural Rio de Janeiro


Visitação:
Centro Cultural Correios
Rua Visconde de Itaboraí, 20 - Centro
Corredor Cultural
20010-976 - Rio de Janeiro - RJ
Telefone: 0XX 21 2253-1580
Fax: 0XX 21 2253-1545
E-mail:

Funcionamento:
O Centro Cultural Correios recebe visitantes de terça-feira a domingo, das 12 às 19h
Entrada franca.